sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Que Bom!

Feliz Natal !

Um Iluminado Natal!

Feliz Natal e Um Ano Novo Cheio de Paz!

Realizações de Natal

"Sonhe, busque, espere... ame e reame! Deixe sua alma voar alto...pegar carona com os fogos coloridos. Mentalize seus desejos mais íntimos e acredite: eles também chegarão ao céu. Irão se misturar às estrelas, irão penetrar no Universo e voltarão cheios de energia para tornarem-se reais. Basta você querer de verdade, ter fé e nunca, NUNCA desistir deles! E que seu ano seja, então, plenificado de bênçãos e realizações. FELIZ NATAL E QUE O ANO NOVO SEJA PLENO DE REALIZAÇÕES."

sexta-feira, 20 de novembro de 2009


20 de novembro dia da consciência negra

Consciência Negra - Dia Nacional da Consciência Negra (20/11)

Vinte de novembro é o Dia Nacional da Consciência Negra. A data - transformada em Dia Nacional da Consciência Negra pelo Movimento Negro Unificado em 1978 - não foi escolhida ao acaso, e sim como homenagem a Zumbi, líder máximo do Quilombo de Palmares e símbolo da resistência negra, assassinado em 20 de novembro de 1695.O Quilombo dos Palmares foi fundado no ano de 1597, por cerca de 40 escravos foragidos de um engenho situado em terras pernambucanas. Em pouco tempo, a organização dos fundadores fez com que o quilombo se tornasse uma verdadeira cidade. Os negros que escapavam da lida e dos ferros não pensavam duas vezes: o destino era o tal quilombo cheio de palmeiras. Com a chegada de mais e mais pessoas, inclusive índios e brancos foragidos, formaram-se os mocambos, que funcionavam como vilas. O mocambo do macaco, localizado na Serra da Barriga, era a sede administrativa do povo quilombola. Um negro chamado Ganga Zumba foi o primeiro rei do Quilombo dos Palmares. Alguns anos após a sua fundação,o Quilombo dos Palmares foi invadido por uma expedição bandeirante. Muitos habitantes, inclusive crianças, foram degolados. Um recém-nascido foi levado pelos invasores e entregue como presente a Antônio Melo, um padre da vila de Recife.O menino, batizado pelo padre com o nome de Francisco, foi criado e educado pelo religioso, que lhe ensinou a ler e escrever, além de lhe dar noções de latim, e o iniciar no estudo da Bíblia. Aos 12 anos o menino era coroinha. Entretanto, a população local não aprovava a atitude do pároco, que criava o negrinho como filho, e não como servo.Apesar do carinho que sentia pelo seu pai adotivo, Francisco não se conformava em ser tratado de forma diferente por causa de sua cor. E sofria muito vendo seus irmãos de raça sendo humilhados e mortos nos engenhos e praças públicas. Por isso, quando completou 15 anos, o franzino Francisco fugiu e foi em busca do seu lugar de origem, o Quilombo dos Palmares.Após caminhar cerca de 132 quilômetros, o garoto chegou à Serra da Barriga. Como era de costume nos quilombos, recebeu uma família e um novo nome. Agora, Francisco era Zumbi. Com os conhecimentos repassados pelo padre, Zumbi logo superou seus irmãos em inteligência e coragem. Aos 17 anos tornou-se general de armas do quilombo, uma espécie de ministro de guerra nos dias de hoje.Com a queda do rei Ganga Zumba, morto após acreditar num pacto de paz com os senhores de engenho, Zumbi assumiu o posto de rei e levou a luta pela liberdade até o final de seus dias. Com o extermínio do Quilombo dos Palmares pela expedição comandada pelo bandeirante Domingos Jorge Velho, em 1694, Zumbi fugiu junto a outros sobreviventes do massacre para a Serra de Dois Irmãos, então terra de Pernambuco.Contudo, em 20 de novembro de 1695 Zumbi foi traído por um de seus principais comandantes, Antônio Soares, que trocou sua liberdade pela revelação do esconderijo. Zumbi foi então torturado e capturado. Jorge Velho matou o rei Zumbi e o decapitou, levando sua cabeça até a praça do Carmo, na cidade de Recife, onde ficou exposta por anos seguidos até sua completa decomposição.“Deus da Guerra”, “Fantasma Imortal” ou “Morto Vivo”. Seja qual for a tradução correta do nome Zumbi, o seu significado para a história do Brasil e para o movimento negro é praticamente unânime: Zumbi dos Palmares é o maior ícone da resistência negra ao escravismo e de sua luta por liberdade. Os anos foram passando, mas o sonho de Zumbi permanece e sua história é contada com orgulho pelos habitantes da região onde o negro-rei pregou a liberdade.Autor: (Desconhecido)

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

O professor é a semente da educação

Quando lançamos uma semente na terra juntamos a ela a esperança e a certeza de que vai nascer uma planta. Da planta, o fruto, e do fruto, novas sementes. Toda semente carrega em seu bojo uma planta dormindo. É fantástica a lição da semente. A educação também é assim. A gente planta, planta sempre, mas não pode exigir que a planta venha amanhã. Leva tempo para que uma planta se desperte do sono no berço da semente. Nem sempre é possível colher o que se plantou. As coisas caminham devagar. As coisas nem sempre acontecem em curto prazo. Mas é preciso acreditar e plantar com a certeza de que mesmo em longo prazo, a semente germinará.

Filme:Escritores da liberdade(resenha)

Escritores da liberdade
O filme “Escritores da liberdade” traz em seu enredo importantes reflexões sobre a educação, bem como a importância do papel do educador no ambiente em que atua. A professora Erin Gruwell inicia suas atividades em uma turma de primeiro ano do Ensino Médio lecionando as disciplinas de inglês e literatura.Ao chegar na escola, cheia de sonhos e ideais, se depara com uma dura realidade: violência, desmotivação, indisciplina e discriminação. Sua turma era formada por alunos de várias etnias, vindas de uma realidade social violenta e traziam consigo o estigma da exclusão, também sofrida dentro da escola.No primeiro contato com os alunos a Senhora G, como passou a ser chamada na turma, utilizou o método tradicional, não atingindo os alunos que, desmotivados, apresentavam sérios problemas de disciplina.Em uma tentativa de desenvolver um trabalho mais próximo à realidade dos alunos, Erin leva música para a sala de aula. Surpreendida com a reação agressiva dos alunos escuta afirmações como: “Você não faz a menor idéia do que fazer aí na frente”; “O quê você faz aqui dentro que muda alguma coisa na minha vida?”Diante dessa situação e de um desenho que recolhe de um aluno, ela faz uma retomada colocando sobre o fato histórico que marcou a humanidade com a discriminação e a morte de judeus e de outras minorias: o Holocausto.Esse episódio em sala de aula marca o primeiro momento de sensibilização, tanto para os alunos como para a professora, que compreende a dor dos alunos diante da realidade que vivem.Certamente a instituição em seu contexto de ação não oportunizava momentos de aprendizagem, pois rotulava esses alunos, desacreditando seu potencial e não oferecendo recursos e apoio ao trabalho pedagógico, sendo assim, a integração era uma mentira, não ocorrendo na sua prática.Buscando uma nova metodologia, a professora aplica um jogo que envolve perguntas sobre a vida dos alunos e colhe os primeiros resultados no seu trabalho.Percebendo a necessidade de trabalhar os sentimentos diante de suas vivências, traz a proposta da construção de um diário, onde os alunos escreveriam sobre as coisas boas ou ruins que já viveram.O investimento em leituras significativas, mesmo diante da falta de apoio da direção e coordenação pedagógica, traz resultados surpreendentes, sendo, então, realizado um projeto de literatura com o livro “Diário de Anne Frank”. O projeto envolveu atividades como visitação a espaços culturais, festa para arrecadação de verbas, escrita de cartas para a senhora que abrigou Anne Frank, o que culminou em um encontro dos alunos com a mesma.Os alunos, além de passarem a se sentir parte integrante do processo de aprendizagem, colaborando com idéias para as aulas, começam a mudar sua vida, passando a fazer escolhas que fazem a diferença. Eis aí o grande papel do educador, ser um agente de transformação no ambiente que atua.Os escritos dos alunos resultaram em um livro “O diário dos escritores da liberdade”, lançado nos Estados Unidos em 1999, e o trabalho realizado pela professora influenciou várias escolas no país.Através dessa obra, podemos fazer uma reflexão profunda sobre a educação na atualidade, que muitas vezes está marcada pela falta de apoio e compromisso por parte de profissionais e de autoridades.É necessário desenvolver um trabalho de resgate de valores, em que a diversidade seja percebida como uma riqueza e não como um empecilho do trabalho pedagógico. Devemos oferecer aos alunos atividades significativas, que venham ao encontro das suas necessidades, valorizando a bagagem trazida da sua realidade social.Nesse sentido, a escola deve ser um ambiente acolhedor, onde todos se sintam comprometidos e valorizados. A busca pela superação do fracasso escolar é certamente a grande preocupação dos profissionais da educação na atualidade.É necessário aos educadores, além de referencial teórico, promover um conjunto de ações que possibilitem trabalhar o aluno como um sujeito ativo no processo de ensino-aprendizagem, investigando e trabalhando as suas dificuldades, estabelecendo novas relações na busca do conhecimento.Nesse contexto, surge a necessidade da presença de um profissional preparado para enfrentar esses desafios junto ao corpo docente e demais segmentos da comunidade: o supervisor escolar.A supervisão tem um papel político-pedagógico e de liderança no espaço escolar. Atualmente se busca a construção de uma nova identidade supervisora, que atenda às demandas de um momento histórico que busca novas significações, e em que novos desafios se inserem no cotidiano das instituições de ensino. Esse profissional tem que se (re) construir; na sua identidade, auto-conhecimento, função social e profissional.Falar de educação é falar de um compromisso que ultrapassa os muros da escola e acompanha o educador em todas as suas jornadas. O Exemplo de Erin Gruwell mostra-nos exatamente isso, o dever do professor para consigo mesmo de ir além das fronteiras do que lhe é formalmente exigido, buscando propiciar aos seus alunos uma formação verdadeiramente humana, nas mais variadas dimensões pedagógicas, éticas e afetivas que isso venha representar.
Angela Becker

A lição da borboleta

A LIÇÃO DA BORBOLETA
Um dia, uma pequena abertura apareceu em um casulo.Um homem sentou e observou a borboleta por várias horas, conforme ela se esforçava para fazer com que seu corpo passasse através daquele pequeno buraco.Então pareceu que ela havia parado de fazer qualquer progresso. Parecia que ela tinha ido o mais longe que podia, e não conseguia ir mais.O homem decidiu ajudar a borboleta: ele pegou uma tesoura e cortou orestante do casulo. A borboleta então saiu facilmente. Mas seu corpo estava murcho e era pequeno e tinha as asas amassadas.O homem continuou a observar a borboleta porque ele esperava que, a qualquer momento, as asas dela se abrissem e esticassem para serem capazes de suportar o corpo que iria se afirmar com o tempo. Nada aconteceu!Na verdade, a borboleta passou o resto da sua vida rastejando com um corpo murcho e asas encolhidas. Ela nunca foi capaz de voar.O que o homem, em sua gentileza e vontade de ajudar não compreendia era que o casulo apertado e o esforço necessário à borboleta para passar através da pequena abertura era o modo com que Deus fazia com que o fluido do corpo da borboleta fosse para as suas asas, de modo que ela estaria pronta para voar uma vez que estivesse livre do casulo.Algumas vezes, o esforço é justamente o que precisamos em nossa vida. Se Deus nos permitisse passar através de nossas vidas sem quaisquer obstáculos, ele nos deixaria como a borboleta. Nós não iríamos ser tão fortes como poderíamos ter sido. Nós nunca poderíamos voar...Que a vida seja um eterno desafio, pois só assim voar será realmente possível.
(autor desconhecido)

mensagem sobre o dia do professor

Eu sou um professor.
Nasci no primeiro momento em que uma pergunta saltou da boca de uma criança.Tenho sido muitas pessoas em muitos lugares.Sou Sócrates, estimulando a juventude de Atenas para descobrir novas idéias usando perguntas.
Sou Anne Sullivan, tamborilando os segredos do universo sobre a mão estendida de Helen Keller.Sou Darcy Ribeiro, construindo uma universidade, a partir do nada no planalto brasileiro.
Os nomes daqueles que exerceram minha profissão, constituem uma galeria notável para a humanidade: Paulo Freire, Montessori, Emília Ferreiro, Moisés, Jesus.
Eu sou também aqueles nomes e rostos que já foram esquecidos, mas cujas lições e cujo caráter serão sempre lembrados nas realizações dos que educaram.
Já chorei de alegria em casamentos de ex-alunos, ri de felicidade pelo nascimento de seus filhos...
No decorrer de um dia, já fui chamado para ser artista, amigo, enfermeiro, médico, treinador, tive de encontrar objetos perdidos, emprestar dinheiro, substituto de pai e mãe...
Eu sou um paradoxo. Quanto mais escuto, mais alta se faz ouvir a minha voz. Quanto mais estou disposto a receber com simpatia o que vem de meus alunos, mais tenho a oferecer-lhes.Eu sou um caçador de tesouros, dedicado em tempo integral à procura de novas oportunidades para meus alunos usarem seus talentos e buscando sempre descobrir seu potencial...
Sou o mais afortunado dos trabalhadores.Um médico pode trazer uma vida ao mundo num só momento mágico. A mim é dado cuidar que a vida renasça a cada dia com novas perguntas, melhores idéias e amizades mais sólidas.Um arquiteto sabe que se construir com cuidado, sua estrutura pode durar séculos. Um professor sabe que, se construir com amor de verdade sua obra com certeza durará para sempre.
Sou um guerreiro que luta todos os dias contra a pressão de colegas, a negatividade, o medo, o conformismo e a apatia. Mas tenho grandes aliados: a inteligência, a curiosidade, a criatividade, a fé, o amor, o riso.
E assim tenho um passado rico em recordações. Tenho um presente desafiador, cheio de aventuras e alegrias, porque me é dado passar todos meus dias com futuro. Sou um professor... E agradeço a Deus por isso, todos os dias.
Felicidades pela passagem do DIA DO PROFESSOR.

sexta-feira, 16 de outubro de 2009

Preceitos de Paz Agora é o seu mais belo momento de realizar o bem. Ontem passou e amanhã está por vir. Qualquer encontro é uma grande oportunidade. Pense nas sementes minúsculas de que a floresta nasceu. Não deixe de falar, mas aprenda a ouvir. Quem sabe escutar pacientemente, encontra pistas notáveis para o êxito no serviço que abraçou. Fuja de cultivar conversações menos dignas. O interlocutor terá vindo buscar o seu respeito a Deus e à vida, a fim de equilibrar-se. Não dê tempo às lamentações. Meia hora de trabalho, no auxílio ao próximo, muitas vezes consegue alterar profundamente os nossos destinos. Não mostre rosto triste. Muita gente precisa de sua alegria para levar alegria aos outros. Não menospreze quem bate à porta, conquanto nem sempre esteja você disponível. Em muitas ocasiões, aquele que aparentemente incomoda é o portador de grande auxílio. A ninguém considere inútil ou fraco. Um palácio, comumente, é construção enorme; no entanto, nem sempre oferece agasalho ou acesso, sem a colaboração de uma chave. Não persista em obstinações, reações ou discussões desnecessárias. Em muitos casos, um simples prego, atacando uma roda, pode retardar a viagem num carro perfeito. Auxilie a todas as criaturas que lhe partilham o clima individual. Ainda mesmo na doença mais grave ou na penúria mais avançada, você pode prestar um grande serviço ao próximo: você pode sorrir.
( André Luiz )